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Turismo e setor de serviços debatem influência do Covid-19

Representantes dos setores de Turismo e serviços se reuniram na tarde de hoje, 16, para debater influências e ações sobre o CoronaVirus (Covid-19) em Maringá. Encontro foi na sede do Convention & Visitors Bureau (CVM), no Novo Centro. Pela prefeitura participaram o secretário de Saúde, Jair Biatto, e o diretor de Turismo, da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico (Seide), Luiz Fernando Neves. Setor está preocupado com impacto econômico com cancelamento de eventos e redução da frequencia de pessoas em bares, restaurantes, hotéis, entre outros. Estimativa não oficial anunciada na reunião hoje aponta que movimento já caiu entre 20 e 30% em algumas dessas empresas no último final de semana. “Situação é ruim comercialmente. Mas temos que evitar aglomerações”, justificou Biatto.
Problemas são os que aconteceram na China e em países da Europa infectados com o Covid-19. “Queremos seguir mesma linha da prefeitura”, apoiou o vice-presidente do CVB, Sandro Almeida. CVB pediu que prefeitura decida pela proibição e/ou cancelamento de eventos e não pela recomendação de que não haja eventos. Assim, setor não seria responsabilizado caso algum particular assuma fazer evento por conta própria. Biatto vai verificar na prefeitura quais as possibilidades legais e retornará para o CVB.
Uma das preocupações é com formaturas. Media de 30% dos alunos que estudam em Maringá são de outras cidades. Com isso, familiares viriam de outras regiões para a cidade, aumentando risco de infecção. A ideia seria cancelar eventos antes, já que em cima da hora dificulta muito porque há diversos contratos de serviços assinados. Um dos hotéis presentes na reunião anunciou que há reservas de grupos estrangeiros e eles ainda não sabem quais procedimentos tomar.
Setor também pede acordos com Procon e governos sobre devolução de dinheiro, manutenção de empregos, benefícios, banco de horas para funcionários, entre outros. “A cadeia produtiva é imensa e os impactos serão significativos. Setor que mais sofre é o de eventos e Turismo. Prejuízos ainda são incalculáveis”, alerta Luiz Fernando.
Empresas de turismo, eventos, bares, restaurantes e hotéis já renegociam com fornecedores, reagendam eventos para próximos meses, entre outras medidas para diminuir prejuízos. Biatto explicou que período de infecção medio do CoronaVírus é de 20 semanas a partir do primeiro caso registrado na cidade.
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