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Pesquisadores estão nas ruas de Maringá em testes e pesquisa sobre vírus

Começaram na manhã de hoje, 20, os testes rápidos para pesquisa sobre coronavírus em Maringá. Equipes saíram da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Uningá e Unicesumar – que são parceiras da prefeitura no projeto – e ficam dia todo nos bairros visitando casas e aplicando testes em moradores. São 800 testes rápidos com materiais do Ministério da Saúde. “Nossa pesquisa vai salvar vidas em Maringá”, anunciou secretário de Saúde, Jair Biatto, na saída dos pesquisadores no começo da manhã.
Das cinco equipes que saíram em frente ao Lepac, na UEM, equipe 2 visitou casas na Vila Esperança. Morador da rua Pirapó há 20 anos, aposentado João Batista Sartori, 74 anos, foi primeiro a fazer teste. Recebeu pesquisadores e reportagem cordialmente. E 15 minutos depois seu teste já indicava negativo para coronavírus. “A saúde é em primeiro lugar. Sei que idosos têm organismo mais frágil. Então temos que nos cuidar”, comentou Sartori, citando que toma medidas preventivas, como isolamento evitando sair às ruas.
Roteiro de testes foi elaborado por geógrafos e estatísticos da UEM que analisaram notificações sobre coronavírus nas 34 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Método “amostra aleatória simples” aponta visitas da região central (onde há mais casos) para bairros. Cada equipe é formada por três pesquisadores entre servidores e universitários da pós ou último ano da graduação de cursos de Saúde. Como Biomedicina, Farmácia, Enfermagem e Medicina. Vale como atividade extra classe para os universitários.
Cada pesquisador participa do teste com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Como touca, avental, gorro, jaleco, máscara cirúrgica, face shield (escudo para rosto), pro pé e luvas. Dois últimos são descartáveis e trocados a cada visita. Além de usarem crachá de identificação.
Saem às ruas com todos os dados, mapas e listas impressos e em dispositivos digitais portáteis. Como celulares e tablets, incluindo dados sobre ruas, casas e moradores. E também aplicam um questionário e um termo de consentimento ao morador.
Resultado de teste é informado no local para morador. Depois o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) manda resultado mais detalhado. Dados serão trabalhados  em laboratório pela equipe do chefe do Departamento de Análises Clínicas e Biomedicina e Coordenador do Laboratório de Virologia Clínica da UEM, Denis Bertolini. O que resultará na pesquisa sobre disseminação do coronavírus em Maringá. Auxiliando prefeitura a criar ações de combate à doença na cidade.
Primeiro teste rápido feito hoje de manhã deu negativo para coronavírus
Foto: Aldemir de Moraes / PMM
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