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Novo decreto libera atividades comerciais, mas reforça regras de prevenção

Depois de 30 dias da medida mais severa adotada pela Prefeitura de Maringá na estratégia de enfrentamento ao coronavírus, prevista no decreto 445/2020, de 18 de março, declarando estado de emergência e suspendendo atividades comerciais, as regras se flexibilizam em busca de mínima normalidade. Os detalhes estão no decreto nº566/2020, publicado neste sábado, 18, no Diário Oficial do Município. A reabertura do comércio nesta segunda, 20 não significa relaxamento nas medidas de prevenção, mas avanço na estratégia de retomada gradual da economia com base em rigorosas análises técnicas. No entanto, prevalece a importância do isolamento social e distanciamento entre pessoas como fundamentais no combate ao vírus.
A abertura do comércio segue planejamento alicerçado na compreensão de que o momento permite a flexibilização, considerando que os últimos 30 dias permitiram a organização da infraestrutura de atendimento médico nas redes pública e privada. Medidas de prevenção, como o toque de recolher entre 21 horas e 5 da manhã, derrubado por decisão da justiça em ação do vereador Jean Marques, higienização de espaços públicos, proibição do transporte intermunicipal com fechamento da rodoviária, e um conjunto de outras ações foram fundamentais para manter a curva de crescimento  de coronavírus dentro de uma margem adequada ao planejamento.
Fundamental, no entanto, para o sucesso inicial no enfrentamento ao coronavírus, foi a insistência no isolamento social, reforçado especialmente com a suspensão das atividades econômicas por 30 dias. “A redução do fluxo de pessoas nas ruas é indispensável para conter a circulação viral e, em consequência, reduzir a contaminação”, afirma o secretário de Saúde, Jair Biatto. Importante também é destacar a infraestrutura de retaguarda organizada pelo município não apenas para o enfrentamento direto ao vírus, mas antecipando seu comportamento e dispersão como recurso tático que permite ações pontuais e mais efetivas.
Liberação parcial das atividades comerciais deve ocorrer com cuidados em higiene. Prevenção deve ser máxima entre funcionários e público.
Thiago Louzada
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